Nilo Terra Arêas

NILO TERRA ARÊAS

Campista nascido em 18 de outubro de 1917, faleceu em 13 de outubro de 1982. Foram seus pais: José Ribeiro Arêas e Maria Carlota Terra Arêas. Formou-se em Economia pela Academia de Comércio do Rio de Janeiro em 1939; já era perito contador pela Academia de Comércio de Campos. Contudo, revelou-se como homem de imprensa e das letras, tendo colaborado em vários jornais campistas e alguns cariocas.

Foi membro da Associação de Imprensa Campista (AIC) e da Associação Fluminense de Jornalistas. Fundou um Suplemento Agrícola, que por muito tempo foi editado pelo jornal ‘O Correio de Campos’. Foi o fundador e diretor da agencia ‘Notícias Nilpress Serviços de Imprensa’, em 1956.

Fundou a Associação dos Criadores de Canários Campainha, devido ao seu gosto pela criação de canários. Fez realizar, em Campos, o Primeiro Concurso Nacional de Trovas Canário Campainha, na Festa do Padroeiro de 1971. Era a primeira vez que tal evento ocorria no Brasil.

Na década de 1960, organizou um museu particular, que mais tarde se transformaria no Museu Benta Pereira. Em 19 de junho de 1980, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Campos, cujas reuniões eram realizadas na sede da Academia Pedralva Letras e Artes. Foi redator chefe do jornal “O Século”, órgão pertencente ao Instituto e responsável pela divulgação de seus trabalhos.

Também pertenceu à Academia Pedralva Letras e Artes e foi membro do Clube de Fotografias Asahi Pentax, de São Paulo. Entre suas obras, destacam-se “Almanaque Esportivo do Jubileu de Ouro do Futebol Campista” (1962); “Coletânea de Poetas Campistas”; “Americano Futebol Clube: sua história e suas glórias de 1914 a 1975” (1976); “Poemas e sonetos sobre Campos” (1980); “Júlio Nogueira: retrato de sua vida” (1979) e “À sombra do passado” (crônicas).